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O setor de transporte tem um peso enorme no debate climático. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), ele responde por mais de um terço das emissões globais de CO₂ relacionadas ao uso final de energia — sendo o transporte rodoviário o principal responsável. Isso significa que cada quilômetro rodado sem necessidade é também mais carbono lançado na atmosfera. 

Para empresas que operam frotas de caminhões, vans ou veículos de serviço, essa não é uma estatística distante. É custo, é impacto ambiental e é pressão crescente de clientes e reguladores. 

A eletrificação é uma solução em curso, mas sabemos que a transição não acontece da noite para o dia. Afinal, o investimento é alto e envolve diversas variáveis. Enquanto isso, existe um espaço enorme para reduzir emissões e construir frotas sustentáveis com algo que já está disponível: inteligência de localização aplicada à gestão da frota. 

Exemplos práticos mostram isso na prática: 

  • Otimização de rotas pode reduzir a quilometragem das distâncias percorridas, reduzindo consumo de combustível e emissões. 
  • Gestão de direção e ociosidade ajuda a evitar motores ligados à toa e promove hábitos mais seguros e econômicos. 
  • Manutenção preditiva com dados de localização mantém veículos operando de forma eficiente e evita desperdícios. 

Essas melhorias não apenas reduzem o impacto ambiental, mas também aumentam a produtividade e ajudam as empresas a se manterem competitivas em um cenário onde a sustentabilidade já é requisito de negócio. 

Quer se aprofundar nesse assunto e entender de fato como a tecnologia pode contribuir para tornar suas frotas mais verdes? 

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